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Estado e instituições de crédito apoiam instalação de painéis solares

O Ministro de Estado e das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, e o Ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho, assinaram um protocolo com instituições de crédito, visando apoiar a aquisição, instalação, manutenção e garantia de equipamentos de energia solar térmica em edifícios habitacionais, através da criação de linhas de crédito disponibilizadas pelas instituições de crédito, lê-se no Portal do Governo.

Segundo a informação veiculada no portal, as instituições de crédito que assinaram o protocolo com o Governo são a Caixa Geral de Depósitos (CGD), o Banco Espírito Santo (BES), o Banco Português de Investimento (BPI) e Millenniumbcp.

«Nos termos deste documento, as agências destes três bancos, além de disponibilizarem o crédito, funcionarão numa lógica de “pontos de contacto” únicos para o consumidor, assegurando o interface com as entidades responsáveis pelo fornecimento, instalação, manutenção e garantia dos equipamentos».

A solução a disponibilizar aos consumidores, até 31 de Dezembro deste ano, «é composta pela oferta de uma solução “chave na mão”, englobando a aquisição, instalação, manutenção e garantia dos equipamentos e incorporando um desconto superior a 50% face ao preço de venda ao público actualmente praticado no mercado, correspondente à comparticipação pública da medida, tendo esta última um limite de 95 milhões de euros».

Caso o consumidor solicite, «será ainda disponibilizada a possibilidade de acesso ao crédito por um prazo que pode ir até aos sete anos, com uma taxa de juro correspondente à Euribor acrescida de 1,5% ou uma taxa fixa a acordar entre a instituição de crédito e o cliente».

O protocolo agora celebrado surge na sequência da aposta do Governo na promoção das energias renováveis, da eficiência energética e das redes de transporte de energia, um dos principais eixos do Programa Iniciativa para o Investimento e o Emprego.

Fonte : Portal do Governo

Troiaresort, projecto turístico liderado pela Sonae Turismo SGPS SA.

De modo a potenciar este projecto foi estabelecida uma parceria com o Barclays tendo em vista contribuir para a promoção deste complexo.

Entre os elementos já inaugurados neste projecto de 440 hectares encontra-se a Marina de Tróia, com 184 amarrações, o Aqualuz Troia Mar Suite Hotel Apartamentos, o Aqualuz Troia Rio Suite Hotel Apartamentos, os 211 Apartamentos Turísticos da Praia (Praia Atlântico, Praia Arrábida e Praia Sado), os 78 Apartamentos Turísticos da Marina, o Troia Championship Golf Course, um par 72 desenhado pelo conhecido arquitecto Robert Trent Jones Sénior, e o novo Clubhouse desenhado pelo Arq. João Paciência.

Também o supermercado Tróia Market está já em pleno funcionamento, bem como o restaurante Azimute e o Bar 100 Nós (este último apenas durante a época balnear).

O Aqualuz Troia Lagoa Suite Hotel Apartamentos irá ser inaugurado nas próximas semanas.

Considerado em Abril de 2007 um dos novos pólos estratégicos de desenvolvimento turístico sustentado do País, o Troiaresort assenta em investimentos que ascendem, na sua totalidade, a 400 milhões de euros, estando actualmente em curso investimentos de 230 milhões de euros, dimensionando desta forma a aposta inicial na criação e requalificação – quase de raiz – de um novo destino turístico.

A concretização do Troiaresort vai determinar a criação, directa e indirecta, de 4.000 postos de trabalho, sendo estimado um valor de 20 milhões de Euros e de 40 milhões de Euros como valor Acrescentado Bruto do investimento directo e induzido, respectivamente.

Consciência ambiental, económica e social

Com uma incidência muito dedicada no património ambiental e cultural de Tróia, o Troiaresort apostou na implementação de um rigoroso Sistema de Gestão Ambiental, actualmente já certificado pela ISO 14001 e – caso pioneiro em empreendimentos turísticos em Portugal – com registo no EMAS (European Management and Audit Scheme).

A requalificação ambiental, urbanística e paisagística da península conduziu à implementação de um projecto que vai determinar assinaláveis benefícios socioeconómicos e também ambientais para a região – em especial para os concelhos de Setúbal, Alcácer do Sal e Grândola – e contribuirá para a criação de novas oportunidades de investimento no Alentejo Litoral e no turismo português.

Turismo Integrado

Após a implosão e demolição de cerca de 40% da área construída no momento do arranque do projecto, a Península de Tróia e a oferta turística que lhe está associada foi redefinida com a concepção e desenvolvimento de equipamento e unidades de alojamento turístico e complementada com uma vertente de alojamento residencial.

O mercado turístico em Portugal passa hoje a contar com 404 novas unidades de alojamento turístico, complementadas e servidas por infra-estruturas caracterizadoras de um paradigma de turismo integrado: Golfe (o Troia Golf Championship Course – campo de 18 buracos e desenhado pelo conceituado arquitecto norte-americano Robert Trent Jones Sr.); áreas comerciais (o Troia Shopping irá integrar um conjunto de lojas, restaurantes bares e esplanadas, banco, farmácia, no entanto os restaurantes Azimute, Península e 100 Nós já se encontram abertos ao público, bem como o press center e o Troia Market); marina, com capacidade para 184 embarcações; ruínas Romanas de Tróia.

Com a redefinição do transporte fluvial de acesso à Península de Tróia – estando já em funcionamento desde o Verão de 2008 dois novos ferry-boats – foram criadas alavancas diferenciadoras para um projecto turístico apto a concorrer com variados mercados e geografias.

Fonte : Sonae Turismo SGPS SA

Dificuldades financeiras agravam-se nas empresas da construção

Depois de o ano de 2008 ter ficado aquém das expectativas da FEPICOP em termos de crescimento do sector, decorrido o primeiro mês de 2009 constata-se que a maioria dos indicadores de análise da conjuntura se manteve nos níveis observados no final de Dezembro último.

A análise dos indicadores disponíveis permite concluir que, nos últimos meses, as dificuldades financeiras das empresas do Sector se têm agravado intensamente, conclusão que é consubstanciada pela variação negativa do índice relativo à situação financeira das empresas, o qual registou um decréscimo de quase 13% no trimestre acabado em Janeiro em comparação com o período homólogo. Estas dificuldades financeiras traduzidas pelos empresários no Inquérito Mensal realizado pela FEPICOP em colaboração com a UE, prendem-se com sucessivas reduções de actividade e com constrangimentos relacionados com a obtenção de financiamento e prazos de recebimento.

O índice de produção da Construção que, no final de 2008, terá ficado 1.3% abaixo de 2007, continua a registar no trimestre terminado em Janeiro, um comportamento mais lento do que o que se esperava, sobretudo devido à continuação da degradação da actividade no segmento da habitação.

O número de novos desempregados inscritos nos Centros de Emprego durante o mês de Dezembro de 2008, vindos do Sector da Construção, atingiu 3 244, número que, acrescido aos valores acumulados até Novembro, faz com que a dimensão do desemprego na Construção no final de 2008 correspondesse a mais de 41 mil pessoas, desemprego que resulta indiscutivelmente da forte quebra de actividade nos edifícios para habitação, actividade que é mão-de-obra intensiva.

Os níveis de produção de obras de engenharia civil que, até ao final de 2008, apresentavam variações positivas, mantiveram esta tendência em Janeiro, mês em que se registou um acréscimo trimestral homólogo de 0.7%.

Pode aceder à conjuntura na sua totalidade, clicando aqui.

Acelerar Obras Anunciadas é Essencial para o Emprego.

Presidente da AICCOPN, considera que a construção é a única via para acelerar a economia e preservar o emprego.

A crise com que Portugal, a Europa e boa parte do Mundo estão confrontados é de tal forma grave e profunda que não tem paralelo nas últimas décadas. “O abrandamento económico é generalizado, razão pela qual se exigem medidas urgentes para que, no mais curto espaço de tempo possível, seja possível (more…)

Deveres de Informação no Crédito à Habitação em consulta pública

O Banco de Portugal colocou em consulta pública o projecto de Aviso sobre “Deveres de Informação no Crédito à Habitação”, no qual reforça as exigências actualmente impostas às instituições de crédito.

De acordo com a informação publicada no site oficial do Banco de Portugal, este novo diploma regulamentar, em consulta pública até 28 de Fevereiro, «vem sublinhar a importância da disponibilização, ao cliente bancário, de um conjunto de informação essencial para a caracterização dos empréstimos à habitação, e para avaliação das implicações nos orçamentos familiares dos planos financeiros que lhes estão associados».

Desta feita, «as instituições de crédito ficam obrigadas a prestar ao cliente bancário os elementos informativos definidos pelo Banco de Portugal» para quatro etapas distintas: simulação do empréstimo, aprovação do empréstimo, celebração do contrato, e vigência do contrato.

Fonte : Banco de Portugal | www.bportugal.pt / Casa Sapo

Restrições ao crédito dificultam negócio imobiliário

As restrições na concessão de crédito à habitação são hoje um dos principais obstáculos à realização de negócios imobiliários. Para os mediadores, a pouca margem de manobra dos bancos, reflexo do agravar da situação económica, do endividamento dos portugueses, está a travar o número de transacções, em queda acentuada desde 2008.

Mas não é só. Ao problema do financiamento bancário, «acrescentamos o valor das avaliações bancárias dos imóveis, tendo actualmente casos de avaliações a 60/70% do valor de venda», refere Nuno Mourão, director comercial da Square Imobiliária. Factores que «não só dificultam o processo de compra e venda, como, em muitos casos, impossibilitam o acesso das famílias ao crédito à habitação».

Para Nuno Mourão, a criação de estímulos ao nível do mercado de arrendamento deveria ser considerada. «Seria importante que existisse um mercado justo e regulado do arrendamento urbano, com preços atractivos para os jovens. Essa situação não só dinamizaria o mercado, como evitaria o fluxo migratório constante dos centros das cidades. Consideramos que um forte mercado de arrendamento desagravaria, em parte, os problemas inerentes ao difícil acesso ao crédito habitação».

Para Gabriel Vala, gerente e administrador da mediadora QHouse, às restrições do crédito junta-se «a falta de confiança» dos portugueses. «Perante este cenário alarmante, e o drama que a economia do País atravessa com o aumento galopante do desemprego, o descrédito da classe política, o negativismo que diariamente entra na casa das pessoas através dos meios de comunicação social, atormentando cada vez mais os cidadãos, é impossível aumentar os níveis de confiança».

Acresce o tipo de produto disponível no mercado. «A oferta de produto sem qualidade (excedentários) direccionada para a classe média baixa continua a ser bastante, sendo nesta que existe maior bloqueio em termos de mercado.
Funciona a gama de produtos muito baixo e o médio alto», sublinha Gabriel Vala.

Para inverter o ciclo, o mesmo responsável defende, como contributo, a criação de medidas no sentido de «incentivar os negócios através das mediadoras oficiais», o combate à «clandestinidade», e o incentivo ao mercado de arrendamento «alterando a Lei, melhorando as garantias aos proprietários». Para Gabriel Vala, seria também importante «melhorar a atitude e profissionalismo dos mediadores imobiliários», e contar com «alguma abertura no acesso ao crédito».

Mediadores com papel fundamental

A importância que o mediador imobiliário hoje assume no mercado é amplamente reconhecida. Contudo, em tempos mais conturbados, o seu papel parece  sair reforçado.

«Em tempos conturbados como o actual, com quebras nos índices de confiança dos consumidores, existe uma natural tendência para procurar os melhores
profissionais das diversas áreas; a mediação imobiliária não é excepção», defende Nuno Mourão, da Square.

«Além de todas as vantagens inerentes ao facto de ser um profissional credenciado a tratar de todo o processo burocrático, que como sabemos em Portugal ainda é complicado, o conhecimento dos imóveis e a forte proximidade que temos com a banca permite uma maior taxa de sucesso e satisfação no momento de efectuar uma transacção imobiliária».

Na opinião de Gabriel Vala, «o papel do mediador é importante quando é bem feito e com profissionalismo». «Deve conhecer bem o mercado, fazer bem o
aconselhamento, conhecer as realidades do potencial cliente e o que se ajusta às suas necessidades, demonstrar credibilidade e conhecimento».

Fonte : Casa Sapo

Procedimentos a ter para comprar casa.

 

A primeira cidade auto-sustentável do mundo.

A cidade de Masdar, em Abu Dhabi (o maior de todos os sete Emirados Árabes, pretende ser a primeira cidade auto-sustentável do mundo. A cidade, que estará concluída em 2014, minimiza as necessidades energéticas, não utiliza combustíveis fósseis, é livre de emissões de gás e será abastecida por energias renováveis. (more…)

Investimento imobiliário na Europa estabiliza

De acordo com uma análise recente da consultora imobiliária CB Richard Ellis, a actividade de investimento no mercado imobiliário da Europa estabilizou nos €26,4 mil milhões no terceiro trimestre de 2008, ligeiramente abaixo dos €27,4 mil milhões verificados no segundo trimestre do ano. (more…)

Balcão Casa Pronta

O Casa Pronta é um balcão único onde se podem realizar todas as operações relativas à compra e venda de casa (prédios urbanos). Neste balcão é possível pagar impostos, celebrar o contrato de compra e venda, fazer todos os registos, pedir a isenção de pagamento do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), requerer a alteração da morada fiscal, entre outros serviços. Ver Mais…